Perdoo-te...
Por teres te cegado e sequer percebido
Por teres apenas pensado em ti
E de mim...de mim se esquecido.
Por teres feito quase tudo errado!
É que esse “QUASE” me tem protegido
Por me julgares mais forte do que eu seria
Por esse desencontro que tu nem avalias
Por uma estupidez que eu jamais cometeria
Jamais cometeria! Jamais cometeria?
Porque há mais em mim de ti do que eu sabia
Quanta hipocrisia num julgamento jaz
Pois há sempre um juiz mais alto e capaz
De censurar um erro estúpido, contumaz
Afinal, o que há em mim de ti é o que me faz
Como você, humana...humana demais!
Então, perdoo-te!
Simplesmente porque me perdôo todos os dias...

Sabia, eu já sabia
ResponderExcluirNao sabia nao.
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